O Bloco do Pererê é a nossa ocupação cultural das ruas de Manaus. Inspirado na irreverência do Saci, ele toma o asfalto com arte, música e corpos em movimento, celebrando a cultura negra, periférica e amazônica em sua diversidade sonora e estética. Aqui, o hip-hop convive com o vogue, o slam com a música popular, os DJ sets com os pocket shows, formando um mosaico vivo da criação urbana.
Nossa estreia aconteceu em 4 de fevereiro de 2024, no Viaduto do Manoa, e marcou a primeira ação pública do Coletivo Pererê – um coletivo que havia acabado de nascer. Foi uma noite de coragem e fé na rua, porque não sabíamos se alguém viria, se o som ecoaria, se o coletivo se tornaria real.
Mas a cidade respondeu: cerca de 100 pessoas se juntaram a nós para ver e fazer cultura. Teve pocket shows de Big Berg e Nascimento, slam poético, performances de vogue, batalha de rimas, os DJs LF (Bruxos do Norte), Rani, Mapinguari e Tvyrus, e a condução dos mestres de cerimônia G13 e Isis de Manaus. Ao lado de parceiros como GAO (Grupo de Acesso Oficial de Cultura Popular), UNEGRO (União de Negros e Negras pela Igualdade), Casa Coletiva de Manaus e a equipe técnica da Franksom no som, batizamos o Pererê no asfalto e afirmamos a periferia como território de criação e encontro.
Desde então, seguimos ocupando a cidade com alegria e ousadia, abraçando todas as vozes que fazem da rua um lugar de resistência, festa e pertencimento. Porque cultura, pra gente, se faz no plural e no embalo do Saci.
Nossa estreia aconteceu em 4 de fevereiro de 2024, no Viaduto do Manoa, e marcou a primeira ação pública do Coletivo Pererê – um coletivo que havia acabado de nascer. Foi uma noite de coragem e fé na rua, porque não sabíamos se alguém viria, se o som ecoaria, se o coletivo se tornaria real.
Mas a cidade respondeu: cerca de 100 pessoas se juntaram a nós para ver e fazer cultura. Teve pocket shows de Big Berg e Nascimento, slam poético, performances de vogue, batalha de rimas, os DJs LF (Bruxos do Norte), Rani, Mapinguari e Tvyrus, e a condução dos mestres de cerimônia G13 e Isis de Manaus. Ao lado de parceiros como GAO (Grupo de Acesso Oficial de Cultura Popular), UNEGRO (União de Negros e Negras pela Igualdade), Casa Coletiva de Manaus e a equipe técnica da Franksom no som, batizamos o Pererê no asfalto e afirmamos a periferia como território de criação e encontro.
Desde então, seguimos ocupando a cidade com alegria e ousadia, abraçando todas as vozes que fazem da rua um lugar de resistência, festa e pertencimento. Porque cultura, pra gente, se faz no plural e no embalo do Saci.










































